Como se diferenciar da concorrência com a ISO 9001

Para se diferenciar da concorrência, primeiro você precisa conhecer quem são seus concorrentes reais. Só depois disso dá para começar a pensar em estratégias que coloquem seu negócio em evidência de maneira positiva e ajudem a captar clientes. Para conseguir vantagem competitiva pode-se focar em um nicho de mercado, ser líder de custo, ou diferenciar produtos e serviços. No último caso, a forma de diferenciação tem tudo a ver com qualidade e otimização de processos, preceitos básicos da certificação ISO 9001.

Diferencial competitivo universal
Toda certificação oferece um diferencial competitivo e mostra para investidores, clientes e prospectos sua preocupação com a satisfação do usuário. Além disso, uma empresa que se certifica tende a ser vista como uma organização preocupada em implementar um processo contínuo de melhorias, que significa aplicar as melhores práticas para atingir altos níveis de qualidade e excelência. Essa certeza de que o produto ou serviço adquirido terá qualidade é que fará a diferença quando um prospect estiver em dúvidas entre sua empresa e um concorrente sem certificação. E engana-se quem ainda pensa que a ISO 9001 é diferencial apenas de grandes indústrias — a certificação aplica-se em companhias de serviço, escolas, empresas de tecnologia e até a pequenos negócios.

Como se diferenciar da concorrência

Abaixo, apresentaremos alguns fatores que fazem com que uma empresa se destaque diante dos concorrentes em um cenário cada dia mais competitivo.

Garantia de qualidade
Quando uma empresa implementa uma certificação como a ISO 9001, diz ao mercado que está preocupada com a qualidade dos processos e investe em melhoria contínua. Esse fortalecimento da imagem da empresa ajuda a atrair clientes que ainda estão inseguros dentro do funil de vendas. Isso significa que entre uma empresa que possui um certificado de qualidade e uma que apenas diz ter qualidade, o consumidor provavelmente irá escolher a que possui a garantia.

Foco na satisfação do cliente
Os processos dentro de uma empresa precisam estar alinhados com a satisfação do usuário. Ou seja, é o cliente que direciona as ações e ajustes nos produtos e serviços. Se sua empresa monitora constantemente o índice de satisfação do usuário e pede feedbacks, fica muito mais fácil atrair novos clientes e aumentar a fidelização dos já clientes. Para contemplar as necessidades do público-alvo, os processos precisam ser bem definidos e focados em alcançar a conformidade aos requisitos do cliente.

Reconhecimento internacional
Como a ISO é um padrão de qualidade mundial, se você possui a certificação, o mundo inteiro vai enxergar sua empresa como sinônimo de qualidade. Em um cenário que envolva a venda internacional, a certificação pode representar o aumento de oportunidades de negócios.

Credibilidade
A credibilidade é basicamente como os consumidores e o mercado veem uma marca e como se sentem em relação a ela, ou seja, o nível de confiança na empresa. Quando você investe em uma certificação, ajuda a fortalecer a confiança que o usuário tem nos serviços ou produtos que sua organização vende. É claro que apenas mostrar um selo e não seguir as boas práticas e processos que a certificação exige não adianta em nada. Para manter a credibilidade, é preciso tempo e esforço. Mas não podemos negar que a conquista da ISO 9001 é um grande passo.

Ficou com alguma dúvida sobre como se diferenciar da concorrência com a ISO 9001? Deixe sua pergunta na área de comentários.

Conheça o cartão BNDES e saiba como obtê-lo

Ainda não utiliza o cartão BNDES? Você pode estar perdendo uma grande oportunidade de investir no crescimento da sua empresa. O cartão BNDES é uma espécie de cartão de crédito que possui como objetivo financiar investimentos de micro, pequenas e médias empresas e também do MEI – micro empreendedor individual. O cartão é oferecido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e através dele sua empresa tem acesso a diversos benefícios. Conheça mais sobre o cartão e como obtê-lo:

Principais Vantagens do Cartão BNDES

O objetivo do cartão é facilitar o processo de aquisição de bens e determinados serviços pelas empresas. Os benefícios oferecidos são o crédito rotativo pré-aprovado de até 1 milhão por banco emissor, financiamento automático em até 48 meses, prestações fixas e iguais e taxa de juros atrativa e diferenciada em relação aos financiamentos comuns.

Quais empresas podem obtê-lo?

Não são todas as empresas que podem utilizar o cartão BNDES, ele é oferecido para micro, pequenas e médias empresas, que possuam faturamento bruto anual de até R$ 90 milhões e estejam sediadas no Brasil. Além disso a empresa precisa estar em dia com tributos federais, FGTS e RAIS.

Para ter direito a utilização do produto é preciso estar no grupo de empresas que exercem atividades que estejam de acordo com as Políticas Operacionais e de Crédito do BNDES. Estão excluídas desse grupo:

  • Empreendimentos relacionados a jogos de prognósticos;
  • Comércio de armas, motéis, saunas e termas;
  • Empreendimentos do setor de mineração que incorpore processo de lavra rudimentar ou garimpo
  • Empresas com atividade bancária ou financeira;
    Ações e projetos sociais contemplados com incentivos fiscais.

Como solicitar o cartão da sua empresa?

A solicitação do cartão pode ser realizada através do site do BNDES ou diretamente no banco onde sua empresa possui conta corrente. Os bancos que emitem o cartão são: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banrisul, Bradesco, BRDE, Caixa Econômica, Itaú, Santander, Sicoob e Sicredi.

Para fazer o pedido via internet, acesse o site do BNDES, www.cartaobndes.gov.br e escolha a opção “Solicite o seu cartão BNDES”. Você deve escolher o banco que será o emissor do cartão e a bandeira desejada: Cabal, Elo, Mastercard ou Visa. Após isso, preencha a ficha de solicitação do cartão com os dados cadastrais de sua empresa.

Quais os custos?
Os custos de emissão do cartão podem variar de acordo com o banco emissor escolhido, que está autorizado a fazer a cobrança da TAC – Tarifa de Abertura de Crédito. Essa tarifa não pode exceder o valor de 2% do limite de crédito concedido.

Quanto aos custos de utilização, não existe cobrança de IOF nas operações realizadas com o cartão BNDES.

Em que utilizar o cartão BNDES?

Sua empresa pode adquirir inúmeros bens com o cartão BNDES, são mais de 140 mil itens, desde equipamentos de informática, insumos, autopeças, serviços de pesquisa e até qualificação profissional. O catálogo completo de produtos e serviços está disponível no site www.cartaobndes.gov.br.

Essa é a hora de começar a utilizar os benefícios oferecidos pelo BNDES para sua empresa. Converse com o gerente do seu banco, solicite o cartão e invista em crescimento e melhorias para sua empresa.

Sua empresa já possui o cartão BNDES? Compartilhe com a gente sua experiência nos comentários.

Gestão de mudanças na empresa: como fazer

Seja para buscar melhores relações interpessoais, para melhorar processos ou até mesmo ampliar os ganhos financeiros, as mudanças são sempre necessárias dentro das corporações.

Mas o que parece ser uma simples palavra, em muitos casos é visto como uma atividade trabalhosa que por vezes é deixada de lado ou até mesmo efetuada de maneira inadequada.

Desta forma, surge a gestão de mudanças que basicamente é caracterizada como uma área dentro da administração, no qual foca constantemente na adaptação das empresas em acompanhar todas as etapas que promovem as mudanças desejadas. Mas afinal, como promover a gestão de mudanças em uma empresa? A seguir, maiores detalhes:

Motivação para mudanças

O processo de mudanças se estabelece para transformar as corporações afim de buscar melhorias na eficácia de seus projetos. Logo, existem diversos motivos pelos quais a mudança em uma organização é influenciada como o nível de recursos disponíveis, o segmento onde se está inserido, a qualidade da gestão e os atuais processos de envolvem o lado econômico, social, político, tecnológico, entre outros.

Por outro lado, as mudanças tornam-se necessárias quando alguns sinais tornam-se evidentes como por exemplo, queda nas vendas, perda de quota de mercado, aumento de custos, diminuição do lucro, insatisfação de clientes, fornecedores e colaboradores, entre outros fatores.

Etapas do processo de mudanças

Após identificar os fatores reais que devem ser mudados dentro da empresa, algumas etapas devem ser seguidas para se obter êxito nas mudanças desejadas, dentre as quais destaca-se:

  • Realizar análise e tratamento de possíveis riscos que possam ocorrer com a mudança desejada;
  • Definir os objetivos e estratégias para promover as mudanças de acordo com prazos e metas (onde se pretende chegar e qual o tempo para atingir a meta);
  • Envolver equipes formadas pelos colaboradores devendo ser administrada pelos gestores responsáveis;
  • Criação de planos de contingência para processos que possam não sair conforme o esperado;
  • Obter suporte aos novos processos com a criação de procedimentos onde qualquer colaborador possa compreender e se adequar às mudanças;
  • Promover planos e sustentação da mudança para que esta faça parte da política, missão ou valores da empresa;

Competências para a gestão de mudanças

Para que se possa realizar as mudanças com base nas necessidades é preciso que se estabeleça algumas competências tanto para os gestores, quanto para a equipe que irá realizar as mudanças. Deste modo, é possível destacar algumas das seguintes competências necessárias para uma boa gestão de mudanças:

Lideranças: Esta pode ser uma das principais competências a serem destacadas dentro do processo de gestão de mudanças. De qualquer forma, a liderança não deve estar alocada exclusivamente em um único membro ou uma única equipe, sendo necessário esta ser distribuída em todos os membros relacionados.

Comunicação: Ninguém consegue obter exito em uma mudança sozinho ou em equipe se a comunicação é comprometida durante o processo. Deste modo, saber promover a comunicação ideal é fundamental para a gestão de mudanças.

Planejamento: Nenhuma mudança é realizada com sucesso dentro de uma empresa sem que haja o planejamento para esta. Logo, definir o que se pretende mudar, como se pretende e quais serão as estratégias para mudar e manter a mudanças são atividade que devem englobar todo o planejamento.

União de equipes: Mesmo havendo profissionais com competências individuais adequadas, quando uma empresa se depara com a necessidade de mudanças rápidas e profundas e não possui uma equipe unida e pronta para o trabalho em conjunto, esta tende a ter grandes dificuldades para implementar as mudanças necessárias. Deste modo, a união de equipes é um papel essencial dentro da gestão de mudanças em qualquer segmento.

Foco em resultados: Obter sempre a clareza dos resultados que devem ser conquistados com a mudança planejada torna-se essencial para manter o foco na qualidade das operações ao longo do caminho. Logo, focar sempre no resultado final e trabalhar adequadamente para conquistá-lo é um dos grandes diferenciais para uma boa gestão de mudanças.

Feedback: Apesar de fazer parte da comunicação, o feedback é muitas vezes deixado de lado em processos de mudanças, porém vale ressaltar que com esta competência é possível ajustar parâmetros ao longo do caminho, além de alinhar as métricas com os envolvidos.

Aprendizagem organizacional: Levar o aprendizado adquirido no processo de mudanças é ideal para formar equipes e colaboradores qualificados e prontos para atuarem em outras mudanças necessárias ao longo do tempo na empresa, além dos próprios gestores que possuirão cada vez mais embasamento para atuarem na gestão de mudanças;

Com base nas informações aqui citadas, foi possível conhecer os principais meios de se realizar mudanças em empresas. Deste modo, fica claro que independente dos motivos ou os objetivos a serem alcançados, as mudanças devem ser realizadas com planejamento de gestão capacitada e união de equipe em prol do mesmo objetivo.

Por fim, pode-se ressaltar ainda a importância em se obter um serviço de consultoria ideal para guiar empreendedores em seus processos de mudanças, afim de darem todo o suporte necessário para que estes alcancem os objetivos de suas empresas baseando em suas novas missões e visões corporativas.

E você, como adota a realização de mudanças em sua empresa? Compartilhe conosco!

Gestão por indicadores de desempenho: entenda a sua empresa profundamente

Planejar, ajustar processos, executar tarefas e fazer entregas com qualidade… Tudo isso deve fazer parte do dia a dia das empresas que querem se manter competitivas, afinal, o mercado é competitivo, os consumidores estão cada vez mais exigentes e têm a sua disposição um grande número de ofertas. Assim, a fidelização é palavra de ordem.

Pois bem, mas como saber se a empresa está no caminho certo? A resposta pode estar na mensuração dos resultados. Tudo bem, se a empresa está vendendo bem, ela está dando resultados. Mas, será que estes resultados não poderiam ser melhores? Como saber isso?

A comprovação da efetividade de cada processo, de cada ação, pode ser medida através de indicadores. É aí que passamos a falar sobre gestão por indicadores de desempenhos. Entenda:

O que é gestão por indicadores de desempenho?

Fazer uma gestão por indicadores de desempenho é alicerçar a administração na avaliação dos fatores que são cruciais para o sucesso da empresa. Obviamente, cada empresa definirá seus indicadores com base na natureza de seus negócios. Os indicadores de uma empresa privada podem ser a receita líquida ou uma métrica de fidelização de clientes, enquanto o governo pode considerar as taxas de desemprego, por exemplo.

É importante, porém, diferenciar métricas de indicadores. As métricas são medidas brutas, atômicas, de composição simples. Valores e quantidades, por exemplo, são métricas. Já os indicadores de desempenho são medidas calculadas; são compostos pelas métricas. Eles dão uma visão mais ampla e direcionada da realidade observada e ajudam a avaliar a performance corporativa. Com indicadores, é possível fazer análises de tendências, melhorias contínuas, atuar proativamente e dar transparência ao negócio. Eles geralmente são expressados por percentuais, frequência, probabilidade etc.

Os indicadores de desempenho precisam estar diretamente ligados à estratégia e aos objetivos da empresa. Eles devem refletir a realidade corporativa, por isso, é necessário que sejam definidos e estejam em constante revisão para que possam demonstrar com assertividade os resultados.

Como a gestão por indicadores ajuda a entender a empresa?

Todos nós usamos indicadores no nosso dia a dia com frequência, mas, às vezes, nem nos damos conta disso. Por exemplo, ao entrar no carro, a primeira coisa que todo motorista encontra logo atrás do volante é um painel com um conjunto de… indicadores! Estes indicadores mostram como o automóvel está funcionando, qual a velocidade que está sendo empregada, como está o nível de combustível etc. Se o condutor não dá a devida importância a estes indicadores, possivelmente terá problemas. Se exceder o limite de velocidade, pode ter um acidente ou ser multado, se o combustível acabar, pode ficar no meio do caminho, e assim por diante.

Da mesma forma, a utilização consciente de indicadores na empresa faz com que os gestores consigam conduzi-la de uma maneira melhor, mais assertiva e eficiente. Os indicadores ajudam a acompanhar e medir os resultados do que foi planejado.

Os indicadores de desempenho ajudam a empresa na medida em que são usados para a tomada de decisão. Afinal, de nada adianta ter as informações se não houver conhecimento para aplicá-las, da mesma forma, de nada adianta o conhecimento se o gestor não tem poder de decisão.

Por isso, é preciso que as informações extraídas dos indicadores cheguem às mãos de quem realmente sabe – e pode – fazer algo com elas. Quando os indicadores contribuem para o resultado final, a empresa não perde tempo com reuniões improdutivas – muitas vezes, reativas e não estratégicas.

Os indicadores de desempenho, mais do que ajudar a compreender a empresa, precisam ser usados em tempo hábil para que os resultados sejam recuperados ou alcançados como foi projetado no planejamento. Por isso, é importante definir claramente quais indicadores de resultados tem maiores relevância para seu negócio, e quais têm potencial para demonstrar com clareza o que se procura. É preciso mapear o negócio em todas as frentes de trabalho e buscar os indicadores ideais para cada departamento e cada situação. Só assim é possível se antecipar aos aos fatos e sair na frente.

Em sua empresa, são usados indicadores de desempenho? Você tem alguma dúvida em relação a este assunto? Deixe um comentário que tentaremos ajudá-lo!

Atração e retenção de clientes em tempos de crise: como fazer?

Não é novidade que a economia nacional tem passado por momentos desfavoráveis na atualidade. Isto porque após um ano eleitoral, é comum observarmos as mídias explorarem assuntos relacionados à corrupção, aumento da taxa de desemprego, alta no dólar, aumento de juros entre outros fatores negativos.

Como reflexo de uma época em que já se fala em crise econômica, observa-se que a maioria das empresas já estão sentindo o efeito negativo relacionado às baixas em vendas e queda nas negociações. Mas em paralelo a esta situação, existe algumas ações que as empresas podem praticar para atrair e reter clientes em tempos de crise. Deste modo, separamos a seguir algumas dicas para auxiliar os empresários neste quesito. Acompanhe!

Compreenda seu público

Sabe-se que em um período de crise, ambos os lados podem estar em dificuldades. Logo, procurar compreender seu público alvo é a primeira maneira de conhecer as suas necessidades e atuar para supri-las. Neste caso, a empresa já sabe que o fator preço é um dos principais motivos de queda nas negociações. Deste modo, vale a pena criar uma estratégia para trazer ao mercado preços que se adequem à atual situação. Alguns exemplos neste caso podem ser:

  • Redução de gastos desnecessários;
  • Criação de nova linha de produtos ou serviços alternativos com preço mais acessíveis;
  • Oferecer complementos pelo menor preço. Exemplo: entrega grátis, instalação por conta da empresa, entre outros.

Socialize-se

A internet tem sido um dos maiores canais de comunicação e negociação entre clientes e empresas. Deste modo, se sua empresa ainda não faz parte deste mundo digital, você está perdendo uma grande fatia de mercado. Por outro lado, para as empresas que já estão na internet, recomenda-se também manterem o foco nas estratégias de marketing digital por terem ótimo custo benefício. Nesta fase recomenda-se:

  • Manter o site da empresa atualizado.
  • Ter um blog corporativo para abordar assuntos relacionados ao nicho da empresa e despertar o interesse dos leitores em conhecer e negociar com a empresa.
  • Possuir perfis em redes sociais, de modo a ampliar a comunicação com os leitores e clientes, criando assim um conceito com a marca da empresa.
  • Fazer uso de e-mail marketing com base em lista de contatos cadastrados em newsletter do website e blog da empresa, entre outros.

Faça parcerias

As parcerias são recursos bem-vindos em qualquer época, e em um momento economicamente desfavorável não é diferente, já que este recurso não necessita de investimentos de capital para divulgação. Deste modo, recomenda-se basicamente dois tipos de parcerias:

Fornecedores: Este tipo de parceria traz a possibilidade de oferecer ao consumidor produtos e serviços com melhores preços.

Entre empresas: A parceria entre empresas cria um vínculo de autoajuda entre os envolvidos de modo que todos recebem e ajudam aos demais. Exemplo: Ganhar descontos para um jantar em um restaurante ao efetuar compras acima de R$50,00 reais em uma loja de roupas.

Pós-venda e Feedbacks

O pós-venda é um dos fatores mais relevantes para a fidelização de clientes, além de ser um ótimo diferencial para empresas em quaisquer setores. Além disso, um cliente satisfeito tende a dar feedbacks positivos para as empresas de modo que outros supostos clientes possam conferir suas opiniões e virem a negociar com a empresa.

Outro ponto importante nesta fase, está em obter espaços onde o consumidor possa opinar a respeito dos produtos e serviços a fim de trazer um meio onde a empresa possa buscar melhorias constantes para conquistar novos clientes.

Melhore a gestão

Há um ditado que diz que não se pode obter uma gestão do que não se pode mensurar. Esta afirmação reflete no fato de que muitas empresas estão perdidas em seus mercados, e em tempos de crise suas bases não estão sólidas o suficiente para superarem os desafios.

Deste modo, torna-se essencial conhecer a fundo todos os aspectos que envolvem otimização de processos baseado nos seguintes questionamentos:

  • Minha empresa possui o atendimento adequado aos clientes?
  • Qual a necessidade de nossos consumidores e qual problema devemos ajudá-los a solucionar?
  • Que tipo de estratégias nossos concorrentes estão utilizando para conquistar novos clientes?
  • Como podemos descobrir as oportunidades em nosso nicho e qual o momento correto para os investimentos?
  • Possuímos uma equipe engajada e comprometida?

Com estes e outros questionamentos em mente, há a necessidade de posicionar a gestão da empresa adequadamente de modo a criar estratégias eficientes para promover a atração e retenção de clientes. Uma excelente dica nesta fase é optar pela contratação de consultorias específicas, tendo à disposição profissionais qualificados para auxiliar a empresa em seu crescimento e ganho de destaque no mercado.

De acordo com as dicas aqui citadas, foi possível conhecer algumas ações para atrair e reter clientes em tempos de crise.

Vale ressaltar que apesar de existirem diversas opções para melhorar o nível de negociações nesta fase, a gestão eficiente da empresa é sem dúvidas a principal forma de conhecer onde, quando e o que deve ser ajustado para conquistar novos clientes.

Deste modo, antes de se tomar quaisquer ações externas, recomenda-se organizar os processos de gestão interna da empresa, optando até mesmo por consultorias especializadas.

E você, tem alguma sugestão para atrair e reter clientes em tempos de crise? Conte-nos!

Como garantir o sucesso de um evento corporativo

As companhias já perceberam o potencial dos eventos corporativos em termos estratégia de marketing. Essas ocasiões são úteis no processo de atração e fidelização de clientes, na melhoria do relacionamento com fornecedores e parceiros externos, além de potencializar os resultados de treinamentos de funcionários. Mas a preparação de um evento sempre gera tensão. Como reagir se houver problemas? O que fazer se algo der errado? Como evitar comprometer a imagem do cliente e também da empresa contratada para organizar tudo?

Não há fórmula mágica para o sucesso de um evento corporativo. Tudo depende de planejamento, organização e muito trabalho. No entanto, há uma espécie de plano de ação consagrado pelas empresas do setor.

Perfil

Antes de planejar a atividade, é necessário ter clareza sobre o objetivo e o público alvo do evento. No caso do lançamento de um produto, há a necessidade de produzir material capaz de estimular a interação dos convidados com a empresa. O conteúdo deve ser de entretenimento informativo.

Se o objetivo é estreitar o relacionamento com parceiros externos, a estratégia mais indicada consiste em oferecer informação relevante sobre o negócio e os benefícios decorrentes da atuação conjunta. Cada um dos convidados deve se sentir parte importante de uma atividade econômica importante.

Mas o que fazer no caso de um treinamento de funcionários? A concepção do evento privilegiará atividades que promovam a participação e estimulem a descontração. Esse momento também representa uma excelente oportunidade para a promoção de ações internas da empresa.

Plano de ação

A organização do evento corporativo requer atenção na elaboração de um plano para sistematizar as ações. Independentemente do porte da atividade, tudo deve ser organizado de forma e evitar erros e antecipar situações críticas. Eis as principais etapas do plano de preparação de um evento empresarial:

1- Orçamento
A verba disponível deve se adequar ao porte do evento. Muitas vezes o cliente desconhece a composição dos custos e pensa em formatos incompatíveis com o budget. O responsável pela produção pode oferecer soluções alternativas ou mostrar a impossibilidade de realização do evento com o volume de recursos alocados.

2- Planejamento
Quanto maior a antecedência, melhores serão as condições para reservar local, pesquisar fornecedores, alugar equipamentos, contratar equipe de cerimonial e negociar preços e prazos de pagamento. Há ainda a necessidade de checar a necessidade de documentos como licenças, seguros, alvarás etc.

3- Informações registradas
Todo o processo de organização deve ser documentado: negociações encaminhadas, contratos fechados, preços e prazos acordados, obrigações e direitos dos envolvidos (cliente, empresa organizadora e fornecedores) e contatos com atrações especiais. Isso permite estabelecer mapas de acompanhamento das tarefas, monitorar prazos e solucionar pendências rapidamente.

4- Público
A grande “estrela” do evento é o público. Garantir que ele tome conhecimento da programação tem absoluta importância. Por isso, a divulgação deve começar 40 dias antes do evento. A estratégia depende do perfil dos convidados e do objetivo da atividade. Mas algumas alternativas costumam apresentar bons resultados: criação de hot site, campanha de e-mail marketing e uso das redes sociais com a divulgação de informações como data, horário, endereço, mapa de localização e pequenas pílulas que agucem o interesse em participar.

5- Materiais e brindes
O conceito dos materiais utilizados e dos brindes oferecidos aos participantes deve manter a coerência com a proposta do evento. Imagine o constrangimento causado em um seminário sobre sustentabilidade em que impressos não utilizam papel reciclado.

6- Montagem
Esta etapa requer atenção especial, principalmente com as questões relativas à segurança. Altura de telões, ligações elétricas, instalação de equipamentos e posicionamento da equipe de prevenção de incêndio são detalhes importantes.

7- Transporte
A organização do evento só contratará empresas devidamente legalizadas e em dia com exigências de fiscalização. Evite recorrer a autônomos, pois muitos atuam de forma clandestina.

8- Véspera
Toda a estrutura deve estar montada, para a realização de testes. Os ensaios revelam falhas de montagem ou a necessidade de ajustes. O ideal é tentar reproduzir o máximo possível as condições do evento.

9- Dia D
No dia do evento, um representante da empresa organizadora ficará encarregado de acompanhar o cliente, recebendo pedidos do contratante, identificando possíveis insatisfações e buscando resolvê-las rapidamente. Um membro da equipe cuidará das demandas apresentadas pelo mestre de cerimônias. Atenção especial na recepção dos convidados, que devem receber todas as informações necessárias sobre o evento, além do material produzido.

10- Pós-evento
O trabalho de organização do evento corporativo não se encerra no dia da atividade. Ainda há relatórios e prestações de contas que precisam ser elaborados e entregues ao cliente. Além disso, esse momento serve para avaliação dos acertos e falhas.

Para a empresa responsável por produzir eventos corporativos, o sucesso de um seminário ou de uma convenção pode ser medido pela satisfação do cliente e pela reação do público. Mas o êxito depende basicamente do grau de organização e planejamento das diversas tarefas que envolvem a preparação do evento. O ideal é fugir do improviso e tentar se antecipar aos problemas.

Você tem alguma dúvida sobre a organização de eventos empresariais? Quer mais dicas? Deixe aqui o seu comentário.

5 dicas para aumentar as receitas da sua empresa

Com a economia brasileira enfrentando uma “estiagem” depois de mais de dez anos de pujança, é normal que os empresários se sintam um pouco receosos na hora de fazer investimentos e acabem até temendo não conseguir aumentar as receitas de seus negócios.

É normal, mas não deve se tornar uma condição. É preciso, sim, pensar grande e dar tudo de si para que o negócio cresça e se desenvolva, encontrando oportunidades onde a concorrência só vê problemas. Para isso, é preciso fazer algumas lições de casa.

Veja, a seguir, algumas dicas para você aumentar as receitas da sua empresa mesmo em meio à estagnação da economia nacional:

Ajuste os processos e mova as energias para o que realmente importa

O momento é de foco. É preciso pensar rápido nas prioridades. É melhor para a empresa enxugar custos a qualquer preço ou  investir em melhorias no processo de vendas? Talvez o mais importante seja ajustar os processos internos, melhorar as parcerias com fornecedores, investir na busca de novos clientes… Cada empresário sabe onde estão seus calos e deve direcionar suas energias para ele.

Diminua os custos variáveis

Sem criar pânico em sua equipe, mova as lideranças em direção à necessidade de diminuir os custos variáveis como material de escritório, energia elétrica, entre outros. É preciso dosar para que a redução de custos não se torne uma “paranoia corporativa”, afinal, a equipe também não pode se sentir desmotivada a dar o melhor de si.

Intensifique o relacionamento com os clientes atuais e prospecte novos

Relacionamento com a base de clientes deve ser prioridade sempre, afinal, são eles que compram e tornam a empresa lucrativa. No entanto, num momento de estagnação da economia, a concorrência pode abrir mão de alguma margem de lucro para vender para mais clientes. Então, não economize no atendimento, em encontros de networking… Mostre para sua equipe comercial que a fidelização de clientes é uma necessidade imediata.

Para aumentar a lucratividade, buscar novos clientes é fundamental. É preciso dedicar tempo e energia na prospecção de novos leads. Considere o funil de vendas do seu negócio e planeje uma meta realista para um determinado período de tempo – ofereça condições para que a equipe cumpra com o objetivo.

Aperte nas negociações com fornecedores

A sua base de fornecedores é realmente sua parceira? Chegou a hora de cobrar do pessoal de compras melhores negociações de preços e prazos de pagamento. Trabalhe sempre num sistema ganha-ganha, lançando mão de algumas decisões que também favoreça os fornecedores para que eles consigam te favorecer também.

Ao conseguir um preço melhor em alguma mercadoria ou insumo, você pode diminuir o preço final para o consumidor e investir na venda casada. Ou pode manter o preço e obter uma margem maior.

Retenha os melhores talentos

Uma equipe produtiva, colaborativa e criativa é muito importante nos momentos em que a prioridade é o aumento das receitas. Por isso, é muito importante que o RH e as lideranças trabalhem para reter os profissionais que realmente entregam qualidade no seu dia a dia.

Você gostou destas dicas? Gostaria de compartilhar alguma outra conosco? Deixe seu comentário!

Fluxo de caixa em tempos de crise

Como manter minha empresa saudável financeiramente quando meus clientes querem parcelar suas compras?

Se você esta lendo este post é provável que esteja enfrentando o desafio mais comum do empresário brasileiro nos dias de hoje, equilibrar as contas para manter um fluxo de caixa positivo.

Para iniciar vou resumir o conceito do fluxo de caixa para garantir que estejamos alinhados: O Fluxo de caixa é uma das ferramentas mais simples e úteis no dia a dia da empresa que tem como objetivo controlar o fluxo do dinheiro ao longo do tempo, através dele você conseguirá enxergar o ocorrido (contas recebidas e pagas) e o a ocorrer (contas a pagar e a receber). Aconselho sempre que a planilha do fluxo de caixa seja resumida e caso precise de detalhamentos faça isso em planilhas assessórias.

Estou me referindo a planilhas pois são recursos simples, acessíveis a todos empresários. Lendo um artigo publicado no portal exame encontrei um link para o download de uma planilha legal, basta fazer o download e usar. Vale dizer que hoje existem softwares que gerenciam as finanças e geram o fluxo de caixa com muita facilidade, posso citar: NIBO, Conta azul, Zero Paper, DNA Financeiro, entre outros, este é o melhor caminho para deixar suas finanças organizadas de forma profissional.

Conversando com vários empresários de diferentes segmentos ouvi a mesma exclamação: “puxa vida estou até conseguindo vender mas o dinheiro não aparece!”. Avaliando com mais detalhe alguns casos encontrei as 4 principais evidências deste problema:

Primeira evidência: Descontos maiores e mais pedidos de parcelamento.

Por conta do cenário de crise os consumidores em geral estão mais inseguros e com isso mais conservadores. Muitas pessoas têm negociado as compras pedindo mais descontos e exigindo mais parcelamentos. Para não perder o negócio a maioria dos empresários têm aceitado as condições e facilitado as negociações.

No caso do parcelamento o reflexo no fluxo de caixa é uma entrada menor de recurso por mais tempo. Para driblar isso o jeito é aumentar o volume. Faça as contas: Se antes você vendia um serviço por R$ 10.000 em dez parcelas iguais, você tinha uma entrada de R$ 1.100 por mês no seu caixa. O Mesmo serviço de R$ 10.000 vendido em 16 parcelas contribuirá com R$ 625 no caixa, R$ 375 a menos, ou seja, você precisará aumentar as vendas em 60% para sustentar seu fluxo de caixa!

Para descobrir o quanto precisará aumentar as vendas aplique a fórmula: faturamento anterior / (valor da nova parcela / valor da parcela antiga). Neste exemplo seria: 10.000 / (625 / 1.100) = 16.000 que divididos em 16 parcelas contribuem com os mesmos 1.100 de antes. Veja que a sugestão aqui é aumentar o volume e não o preço, uma vez que o cliente esta negociando desconto e parcelamento.

Como aumentar volume nem sempre é possível outros problemas acabam surgindo. veja a segunda evidência.

Segunda evidência: A queda no recebimento é mais rápida do que a queda dos custos.

Um conselho muito comum nesta época é a redução de custos mas na prática o impacto real no fluxo de caixa leva algum tempo para acontecer pois a maior parte das despesas não podem ser descontinuadas do dia para a noite. Imagine que ao demitir um funcionário o impacto imediato no fluxo de caixa é um aumento no desembolso pois há todo o custo de rescisão que precisa ser liquidado. É provável que o caixa sinta o alívio de uma demissão, 45 ou 60 dias depois da efetivação da mesma.

É claro que quando buscamos reduzir despesas olhamos para àquelas que mais consomem dinheiro, entretanto, devemos dar atenção às pequenas despesas que quando somadas representam uma fatia relevante do orçamento.

Em alguns casos as compras são inevitáveis, computadores ficam obsoletos, cadeiras quebram, máquinas param, obras ou ajustes em infra estrutura podem ser necessários repentinamente e nestes casos o melhor a fazer é buscar uma fonte de financiamento de médio prazo com juros baixo. Nos momentos de crise é muito importante se cercar de fontes de financiamento baratas mesmo antes de precisar usa-las.

gd_a8cbeab1cc6bb5719056621d1d2b1976Uma dica espetacular  é o cartão BNDES. Tenho uma experiência ótima com o cartão que permite a compra de inúmeros itens com parcelamentos que chegam a 48 vezes à juros mensais de 1,11% atualmente. O mais bacana do cartão é que não custa nada tê-lo e é muito simples consegui-lo. Dê uma olhadinha no site do cartão mas sugiro que fale imediatamente com a gerente de sua conta, pois, quase todos os bancos facilitam este processo e em 30 dias você terá uma bela ferramenta para aliviar o impacto de algumas compras no seu fluxo de caixa.

Terceira evidência: Cancelamentos, inadimplência e devoluções

Infelizmente, por insegurança ou por questões financeiras muitos clientes podem abandonar o barco, devolvendo produtos adquiridos, não pagando por serviços prestados ou suspendendo àqueles serviços que não julgam essenciais.

Para estes casos tenho as seguintes recomendações:

A primeira é que sempre privilegie as melhores práticas de atendimento e relacionamento com seu cliente. Ainda hoje há empresas que não possuem procedimentos claros para o relacionamento com o cliente, que não fazem pesquisa de satisfação, o que é um erro grave. Pense que se você não viver seu cliente com qualidade e intensidade, alguém o fara.

A segunda é rever seus contratos e garantir que sejam bons para ambos os lados mas que tenham clausulas claras quanto às devoluções, inadimplências e cancelamentos. Não tente intimidar seu cliente com multas ou juros abusivas pois isso será facilmente combatido judicialmente. Um erro frequente é não ter uma organização interna para guardar os contratos assinados e no dia que precisar deles provavelmente não os terá. Ai é sentar e chorar.

A Terceira se refere às boas praticas de cobrança. Como tenho formação e experiência profissional com base em processos e procedimentos não posso deixar de recomendar que estabeleça um procedimentos para seu departamento de cobrança Isso é tão benéfico para você quanto para seu cliente, veja o exemplo:

Imagine que todo mês você envia as cobranças cinco dias antes do vencimento, um dia antes de vencer você envia um e-mail agradável com um lembrete para seu cliente, um dia após o vencimento você envia um outro e-mail agradecendo quem pagou e alertando àqueles que não te pagaram, cinco dias depois você entra em contato pessoalmente dizendo que ainda não recebeu, dez dias depois você envia um e-mail dizendo que precisa receber e que infelizmente terá que acionar os mecanismos para proteção de crédito, quinze dias depois você aciona os mecanismos de proteção ao crédito.

Seus clientes conhecerão este procedimento com o passar dos meses e se habituarão a ele. Àqueles que não pagam infelizmente precisam ser cobrados mas isso tem que ser feito com profissionalismo, bom humor e boa educação. Lembre-se que algumas empresas estão passando por dificuldades e que poderão priorizar o pagamento para os fornecedores que melhor se relacionam. Naturalmente os chatos e mal educados podem ficar para o fim da fila.

Quarta evidência: Desorganização, falta de treinamento e envolvimento das pessoas

Talvez esta seja um dos problemas mais fáceis de resolver e que gerarão maior impacto no caixa de sua empresa.

Muito dinheiro é perdido por falta de organização, falta de treinamento e falta de envolvimento de seus funcionários e o pior é que é muito difícil medir estas perdas pois elas são, em sua maioria, intangíveis.

Muitos restaurantes perdem dinheiro por não controlar corretamente a validade de alimentos. Pequenas fábricas recorrentemente deixam de entregar pedidos no prazo e com certa frequência produzem peças com defeito. Pintores trocam cores de ambientes equivocadamente, até cirurgiões já operaram o lado esquerdo enquanto o problema estava no direito. Tudo isso culmina em retrabalho, insatisfação do cliente e aumento de despesas, no final quem paga a conta não é o cliente e sim o fluxo de caixa. Mais triste é identificar que estas falhas estão associadas a falta de treinamento ou desorganização.

Hoje em dia é muito fácil manter um 5s por exemplo, ferramenta simples que ajudará na organização, limpeza e harmonia do ambiente de trabalho, além de contribuir para uma cultura alicerçada em qualidade.

Conversando com os empresários que me motivaram a escrever este post, não pude deixar de recomendar que implementassem a ISO 9001, todos eles acreditavam que ISO 9001 era algo difícil, complexo e caro mas pude mostrar que ISO 9001 é mapeamento de processo, estruturação de procedimentos e instruções de trabalho, é recursos humanos, compras, manutenção preventiva, calibração de equipamentos, em fim, é gestão de empresa que quer vencer a guerra.

Resumindo, acredito que em tempos de crise precisamos sim reduzir despesas, evitar cancelamentos e devoluções, lutar contra a inadimplência, aumentar o volume de vendas com opções mais sexys para pagamento e fazer tudo isso em um ambiente organizado com pessoas motivadas e treinadas. Não é utópico, é pré requisito para àqueles que querem vencer em tempos de crise e que certamente colherão muito mais em tempos de fartura.

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