Como se diferenciar da concorrência com a ISO 9001

Para se diferenciar da concorrência, primeiro você precisa conhecer quem são seus concorrentes reais. Só depois disso dá para começar a pensar em estratégias que coloquem seu negócio em evidência de maneira positiva e ajudem a captar clientes. Para conseguir vantagem competitiva pode-se focar em um nicho de mercado, ser líder de custo, ou diferenciar produtos e serviços. No último caso, a forma de diferenciação tem tudo a ver com qualidade e otimização de processos, preceitos básicos da certificação ISO 9001.

Diferencial competitivo universal
Toda certificação oferece um diferencial competitivo e mostra para investidores, clientes e prospectos sua preocupação com a satisfação do usuário. Além disso, uma empresa que se certifica tende a ser vista como uma organização preocupada em implementar um processo contínuo de melhorias, que significa aplicar as melhores práticas para atingir altos níveis de qualidade e excelência. Essa certeza de que o produto ou serviço adquirido terá qualidade é que fará a diferença quando um prospect estiver em dúvidas entre sua empresa e um concorrente sem certificação. E engana-se quem ainda pensa que a ISO 9001 é diferencial apenas de grandes indústrias — a certificação aplica-se em companhias de serviço, escolas, empresas de tecnologia e até a pequenos negócios.

Como se diferenciar da concorrência

Abaixo, apresentaremos alguns fatores que fazem com que uma empresa se destaque diante dos concorrentes em um cenário cada dia mais competitivo.

Garantia de qualidade
Quando uma empresa implementa uma certificação como a ISO 9001, diz ao mercado que está preocupada com a qualidade dos processos e investe em melhoria contínua. Esse fortalecimento da imagem da empresa ajuda a atrair clientes que ainda estão inseguros dentro do funil de vendas. Isso significa que entre uma empresa que possui um certificado de qualidade e uma que apenas diz ter qualidade, o consumidor provavelmente irá escolher a que possui a garantia.

Foco na satisfação do cliente
Os processos dentro de uma empresa precisam estar alinhados com a satisfação do usuário. Ou seja, é o cliente que direciona as ações e ajustes nos produtos e serviços. Se sua empresa monitora constantemente o índice de satisfação do usuário e pede feedbacks, fica muito mais fácil atrair novos clientes e aumentar a fidelização dos já clientes. Para contemplar as necessidades do público-alvo, os processos precisam ser bem definidos e focados em alcançar a conformidade aos requisitos do cliente.

Reconhecimento internacional
Como a ISO é um padrão de qualidade mundial, se você possui a certificação, o mundo inteiro vai enxergar sua empresa como sinônimo de qualidade. Em um cenário que envolva a venda internacional, a certificação pode representar o aumento de oportunidades de negócios.

Credibilidade
A credibilidade é basicamente como os consumidores e o mercado veem uma marca e como se sentem em relação a ela, ou seja, o nível de confiança na empresa. Quando você investe em uma certificação, ajuda a fortalecer a confiança que o usuário tem nos serviços ou produtos que sua organização vende. É claro que apenas mostrar um selo e não seguir as boas práticas e processos que a certificação exige não adianta em nada. Para manter a credibilidade, é preciso tempo e esforço. Mas não podemos negar que a conquista da ISO 9001 é um grande passo.

Ficou com alguma dúvida sobre como se diferenciar da concorrência com a ISO 9001? Deixe sua pergunta na área de comentários.

Gestão de mudanças na empresa: como fazer

Seja para buscar melhores relações interpessoais, para melhorar processos ou até mesmo ampliar os ganhos financeiros, as mudanças são sempre necessárias dentro das corporações.

Mas o que parece ser uma simples palavra, em muitos casos é visto como uma atividade trabalhosa que por vezes é deixada de lado ou até mesmo efetuada de maneira inadequada.

Desta forma, surge a gestão de mudanças que basicamente é caracterizada como uma área dentro da administração, no qual foca constantemente na adaptação das empresas em acompanhar todas as etapas que promovem as mudanças desejadas. Mas afinal, como promover a gestão de mudanças em uma empresa? A seguir, maiores detalhes:

Motivação para mudanças

O processo de mudanças se estabelece para transformar as corporações afim de buscar melhorias na eficácia de seus projetos. Logo, existem diversos motivos pelos quais a mudança em uma organização é influenciada como o nível de recursos disponíveis, o segmento onde se está inserido, a qualidade da gestão e os atuais processos de envolvem o lado econômico, social, político, tecnológico, entre outros.

Por outro lado, as mudanças tornam-se necessárias quando alguns sinais tornam-se evidentes como por exemplo, queda nas vendas, perda de quota de mercado, aumento de custos, diminuição do lucro, insatisfação de clientes, fornecedores e colaboradores, entre outros fatores.

Etapas do processo de mudanças

Após identificar os fatores reais que devem ser mudados dentro da empresa, algumas etapas devem ser seguidas para se obter êxito nas mudanças desejadas, dentre as quais destaca-se:

  • Realizar análise e tratamento de possíveis riscos que possam ocorrer com a mudança desejada;
  • Definir os objetivos e estratégias para promover as mudanças de acordo com prazos e metas (onde se pretende chegar e qual o tempo para atingir a meta);
  • Envolver equipes formadas pelos colaboradores devendo ser administrada pelos gestores responsáveis;
  • Criação de planos de contingência para processos que possam não sair conforme o esperado;
  • Obter suporte aos novos processos com a criação de procedimentos onde qualquer colaborador possa compreender e se adequar às mudanças;
  • Promover planos e sustentação da mudança para que esta faça parte da política, missão ou valores da empresa;

Competências para a gestão de mudanças

Para que se possa realizar as mudanças com base nas necessidades é preciso que se estabeleça algumas competências tanto para os gestores, quanto para a equipe que irá realizar as mudanças. Deste modo, é possível destacar algumas das seguintes competências necessárias para uma boa gestão de mudanças:

Lideranças: Esta pode ser uma das principais competências a serem destacadas dentro do processo de gestão de mudanças. De qualquer forma, a liderança não deve estar alocada exclusivamente em um único membro ou uma única equipe, sendo necessário esta ser distribuída em todos os membros relacionados.

Comunicação: Ninguém consegue obter exito em uma mudança sozinho ou em equipe se a comunicação é comprometida durante o processo. Deste modo, saber promover a comunicação ideal é fundamental para a gestão de mudanças.

Planejamento: Nenhuma mudança é realizada com sucesso dentro de uma empresa sem que haja o planejamento para esta. Logo, definir o que se pretende mudar, como se pretende e quais serão as estratégias para mudar e manter a mudanças são atividade que devem englobar todo o planejamento.

União de equipes: Mesmo havendo profissionais com competências individuais adequadas, quando uma empresa se depara com a necessidade de mudanças rápidas e profundas e não possui uma equipe unida e pronta para o trabalho em conjunto, esta tende a ter grandes dificuldades para implementar as mudanças necessárias. Deste modo, a união de equipes é um papel essencial dentro da gestão de mudanças em qualquer segmento.

Foco em resultados: Obter sempre a clareza dos resultados que devem ser conquistados com a mudança planejada torna-se essencial para manter o foco na qualidade das operações ao longo do caminho. Logo, focar sempre no resultado final e trabalhar adequadamente para conquistá-lo é um dos grandes diferenciais para uma boa gestão de mudanças.

Feedback: Apesar de fazer parte da comunicação, o feedback é muitas vezes deixado de lado em processos de mudanças, porém vale ressaltar que com esta competência é possível ajustar parâmetros ao longo do caminho, além de alinhar as métricas com os envolvidos.

Aprendizagem organizacional: Levar o aprendizado adquirido no processo de mudanças é ideal para formar equipes e colaboradores qualificados e prontos para atuarem em outras mudanças necessárias ao longo do tempo na empresa, além dos próprios gestores que possuirão cada vez mais embasamento para atuarem na gestão de mudanças;

Com base nas informações aqui citadas, foi possível conhecer os principais meios de se realizar mudanças em empresas. Deste modo, fica claro que independente dos motivos ou os objetivos a serem alcançados, as mudanças devem ser realizadas com planejamento de gestão capacitada e união de equipe em prol do mesmo objetivo.

Por fim, pode-se ressaltar ainda a importância em se obter um serviço de consultoria ideal para guiar empreendedores em seus processos de mudanças, afim de darem todo o suporte necessário para que estes alcancem os objetivos de suas empresas baseando em suas novas missões e visões corporativas.

E você, como adota a realização de mudanças em sua empresa? Compartilhe conosco!

Gestão por indicadores de desempenho: entenda a sua empresa profundamente

Planejar, ajustar processos, executar tarefas e fazer entregas com qualidade… Tudo isso deve fazer parte do dia a dia das empresas que querem se manter competitivas, afinal, o mercado é competitivo, os consumidores estão cada vez mais exigentes e têm a sua disposição um grande número de ofertas. Assim, a fidelização é palavra de ordem.

Pois bem, mas como saber se a empresa está no caminho certo? A resposta pode estar na mensuração dos resultados. Tudo bem, se a empresa está vendendo bem, ela está dando resultados. Mas, será que estes resultados não poderiam ser melhores? Como saber isso?

A comprovação da efetividade de cada processo, de cada ação, pode ser medida através de indicadores. É aí que passamos a falar sobre gestão por indicadores de desempenhos. Entenda:

O que é gestão por indicadores de desempenho?

Fazer uma gestão por indicadores de desempenho é alicerçar a administração na avaliação dos fatores que são cruciais para o sucesso da empresa. Obviamente, cada empresa definirá seus indicadores com base na natureza de seus negócios. Os indicadores de uma empresa privada podem ser a receita líquida ou uma métrica de fidelização de clientes, enquanto o governo pode considerar as taxas de desemprego, por exemplo.

É importante, porém, diferenciar métricas de indicadores. As métricas são medidas brutas, atômicas, de composição simples. Valores e quantidades, por exemplo, são métricas. Já os indicadores de desempenho são medidas calculadas; são compostos pelas métricas. Eles dão uma visão mais ampla e direcionada da realidade observada e ajudam a avaliar a performance corporativa. Com indicadores, é possível fazer análises de tendências, melhorias contínuas, atuar proativamente e dar transparência ao negócio. Eles geralmente são expressados por percentuais, frequência, probabilidade etc.

Os indicadores de desempenho precisam estar diretamente ligados à estratégia e aos objetivos da empresa. Eles devem refletir a realidade corporativa, por isso, é necessário que sejam definidos e estejam em constante revisão para que possam demonstrar com assertividade os resultados.

Como a gestão por indicadores ajuda a entender a empresa?

Todos nós usamos indicadores no nosso dia a dia com frequência, mas, às vezes, nem nos damos conta disso. Por exemplo, ao entrar no carro, a primeira coisa que todo motorista encontra logo atrás do volante é um painel com um conjunto de… indicadores! Estes indicadores mostram como o automóvel está funcionando, qual a velocidade que está sendo empregada, como está o nível de combustível etc. Se o condutor não dá a devida importância a estes indicadores, possivelmente terá problemas. Se exceder o limite de velocidade, pode ter um acidente ou ser multado, se o combustível acabar, pode ficar no meio do caminho, e assim por diante.

Da mesma forma, a utilização consciente de indicadores na empresa faz com que os gestores consigam conduzi-la de uma maneira melhor, mais assertiva e eficiente. Os indicadores ajudam a acompanhar e medir os resultados do que foi planejado.

Os indicadores de desempenho ajudam a empresa na medida em que são usados para a tomada de decisão. Afinal, de nada adianta ter as informações se não houver conhecimento para aplicá-las, da mesma forma, de nada adianta o conhecimento se o gestor não tem poder de decisão.

Por isso, é preciso que as informações extraídas dos indicadores cheguem às mãos de quem realmente sabe – e pode – fazer algo com elas. Quando os indicadores contribuem para o resultado final, a empresa não perde tempo com reuniões improdutivas – muitas vezes, reativas e não estratégicas.

Os indicadores de desempenho, mais do que ajudar a compreender a empresa, precisam ser usados em tempo hábil para que os resultados sejam recuperados ou alcançados como foi projetado no planejamento. Por isso, é importante definir claramente quais indicadores de resultados tem maiores relevância para seu negócio, e quais têm potencial para demonstrar com clareza o que se procura. É preciso mapear o negócio em todas as frentes de trabalho e buscar os indicadores ideais para cada departamento e cada situação. Só assim é possível se antecipar aos aos fatos e sair na frente.

Em sua empresa, são usados indicadores de desempenho? Você tem alguma dúvida em relação a este assunto? Deixe um comentário que tentaremos ajudá-lo!

5 dicas para aumentar as receitas da sua empresa

Com a economia brasileira enfrentando uma “estiagem” depois de mais de dez anos de pujança, é normal que os empresários se sintam um pouco receosos na hora de fazer investimentos e acabem até temendo não conseguir aumentar as receitas de seus negócios.

É normal, mas não deve se tornar uma condição. É preciso, sim, pensar grande e dar tudo de si para que o negócio cresça e se desenvolva, encontrando oportunidades onde a concorrência só vê problemas. Para isso, é preciso fazer algumas lições de casa.

Veja, a seguir, algumas dicas para você aumentar as receitas da sua empresa mesmo em meio à estagnação da economia nacional:

Ajuste os processos e mova as energias para o que realmente importa

O momento é de foco. É preciso pensar rápido nas prioridades. É melhor para a empresa enxugar custos a qualquer preço ou  investir em melhorias no processo de vendas? Talvez o mais importante seja ajustar os processos internos, melhorar as parcerias com fornecedores, investir na busca de novos clientes… Cada empresário sabe onde estão seus calos e deve direcionar suas energias para ele.

Diminua os custos variáveis

Sem criar pânico em sua equipe, mova as lideranças em direção à necessidade de diminuir os custos variáveis como material de escritório, energia elétrica, entre outros. É preciso dosar para que a redução de custos não se torne uma “paranoia corporativa”, afinal, a equipe também não pode se sentir desmotivada a dar o melhor de si.

Intensifique o relacionamento com os clientes atuais e prospecte novos

Relacionamento com a base de clientes deve ser prioridade sempre, afinal, são eles que compram e tornam a empresa lucrativa. No entanto, num momento de estagnação da economia, a concorrência pode abrir mão de alguma margem de lucro para vender para mais clientes. Então, não economize no atendimento, em encontros de networking… Mostre para sua equipe comercial que a fidelização de clientes é uma necessidade imediata.

Para aumentar a lucratividade, buscar novos clientes é fundamental. É preciso dedicar tempo e energia na prospecção de novos leads. Considere o funil de vendas do seu negócio e planeje uma meta realista para um determinado período de tempo – ofereça condições para que a equipe cumpra com o objetivo.

Aperte nas negociações com fornecedores

A sua base de fornecedores é realmente sua parceira? Chegou a hora de cobrar do pessoal de compras melhores negociações de preços e prazos de pagamento. Trabalhe sempre num sistema ganha-ganha, lançando mão de algumas decisões que também favoreça os fornecedores para que eles consigam te favorecer também.

Ao conseguir um preço melhor em alguma mercadoria ou insumo, você pode diminuir o preço final para o consumidor e investir na venda casada. Ou pode manter o preço e obter uma margem maior.

Retenha os melhores talentos

Uma equipe produtiva, colaborativa e criativa é muito importante nos momentos em que a prioridade é o aumento das receitas. Por isso, é muito importante que o RH e as lideranças trabalhem para reter os profissionais que realmente entregam qualidade no seu dia a dia.

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Fluxo de caixa em tempos de crise

Como manter minha empresa saudável financeiramente quando meus clientes querem parcelar suas compras?

Se você esta lendo este post é provável que esteja enfrentando o desafio mais comum do empresário brasileiro nos dias de hoje, equilibrar as contas para manter um fluxo de caixa positivo.

Para iniciar vou resumir o conceito do fluxo de caixa para garantir que estejamos alinhados: O Fluxo de caixa é uma das ferramentas mais simples e úteis no dia a dia da empresa que tem como objetivo controlar o fluxo do dinheiro ao longo do tempo, através dele você conseguirá enxergar o ocorrido (contas recebidas e pagas) e o a ocorrer (contas a pagar e a receber). Aconselho sempre que a planilha do fluxo de caixa seja resumida e caso precise de detalhamentos faça isso em planilhas assessórias.

Estou me referindo a planilhas pois são recursos simples, acessíveis a todos empresários. Lendo um artigo publicado no portal exame encontrei um link para o download de uma planilha legal, basta fazer o download e usar. Vale dizer que hoje existem softwares que gerenciam as finanças e geram o fluxo de caixa com muita facilidade, posso citar: NIBO, Conta azul, Zero Paper, DNA Financeiro, entre outros, este é o melhor caminho para deixar suas finanças organizadas de forma profissional.

Conversando com vários empresários de diferentes segmentos ouvi a mesma exclamação: “puxa vida estou até conseguindo vender mas o dinheiro não aparece!”. Avaliando com mais detalhe alguns casos encontrei as 4 principais evidências deste problema:

Primeira evidência: Descontos maiores e mais pedidos de parcelamento.

Por conta do cenário de crise os consumidores em geral estão mais inseguros e com isso mais conservadores. Muitas pessoas têm negociado as compras pedindo mais descontos e exigindo mais parcelamentos. Para não perder o negócio a maioria dos empresários têm aceitado as condições e facilitado as negociações.

No caso do parcelamento o reflexo no fluxo de caixa é uma entrada menor de recurso por mais tempo. Para driblar isso o jeito é aumentar o volume. Faça as contas: Se antes você vendia um serviço por R$ 10.000 em dez parcelas iguais, você tinha uma entrada de R$ 1.100 por mês no seu caixa. O Mesmo serviço de R$ 10.000 vendido em 16 parcelas contribuirá com R$ 625 no caixa, R$ 375 a menos, ou seja, você precisará aumentar as vendas em 60% para sustentar seu fluxo de caixa!

Para descobrir o quanto precisará aumentar as vendas aplique a fórmula: faturamento anterior / (valor da nova parcela / valor da parcela antiga). Neste exemplo seria: 10.000 / (625 / 1.100) = 16.000 que divididos em 16 parcelas contribuem com os mesmos 1.100 de antes. Veja que a sugestão aqui é aumentar o volume e não o preço, uma vez que o cliente esta negociando desconto e parcelamento.

Como aumentar volume nem sempre é possível outros problemas acabam surgindo. veja a segunda evidência.

Segunda evidência: A queda no recebimento é mais rápida do que a queda dos custos.

Um conselho muito comum nesta época é a redução de custos mas na prática o impacto real no fluxo de caixa leva algum tempo para acontecer pois a maior parte das despesas não podem ser descontinuadas do dia para a noite. Imagine que ao demitir um funcionário o impacto imediato no fluxo de caixa é um aumento no desembolso pois há todo o custo de rescisão que precisa ser liquidado. É provável que o caixa sinta o alívio de uma demissão, 45 ou 60 dias depois da efetivação da mesma.

É claro que quando buscamos reduzir despesas olhamos para àquelas que mais consomem dinheiro, entretanto, devemos dar atenção às pequenas despesas que quando somadas representam uma fatia relevante do orçamento.

Em alguns casos as compras são inevitáveis, computadores ficam obsoletos, cadeiras quebram, máquinas param, obras ou ajustes em infra estrutura podem ser necessários repentinamente e nestes casos o melhor a fazer é buscar uma fonte de financiamento de médio prazo com juros baixo. Nos momentos de crise é muito importante se cercar de fontes de financiamento baratas mesmo antes de precisar usa-las.

gd_a8cbeab1cc6bb5719056621d1d2b1976Uma dica espetacular  é o cartão BNDES. Tenho uma experiência ótima com o cartão que permite a compra de inúmeros itens com parcelamentos que chegam a 48 vezes à juros mensais de 1,11% atualmente. O mais bacana do cartão é que não custa nada tê-lo e é muito simples consegui-lo. Dê uma olhadinha no site do cartão mas sugiro que fale imediatamente com a gerente de sua conta, pois, quase todos os bancos facilitam este processo e em 30 dias você terá uma bela ferramenta para aliviar o impacto de algumas compras no seu fluxo de caixa.

Terceira evidência: Cancelamentos, inadimplência e devoluções

Infelizmente, por insegurança ou por questões financeiras muitos clientes podem abandonar o barco, devolvendo produtos adquiridos, não pagando por serviços prestados ou suspendendo àqueles serviços que não julgam essenciais.

Para estes casos tenho as seguintes recomendações:

A primeira é que sempre privilegie as melhores práticas de atendimento e relacionamento com seu cliente. Ainda hoje há empresas que não possuem procedimentos claros para o relacionamento com o cliente, que não fazem pesquisa de satisfação, o que é um erro grave. Pense que se você não viver seu cliente com qualidade e intensidade, alguém o fara.

A segunda é rever seus contratos e garantir que sejam bons para ambos os lados mas que tenham clausulas claras quanto às devoluções, inadimplências e cancelamentos. Não tente intimidar seu cliente com multas ou juros abusivas pois isso será facilmente combatido judicialmente. Um erro frequente é não ter uma organização interna para guardar os contratos assinados e no dia que precisar deles provavelmente não os terá. Ai é sentar e chorar.

A Terceira se refere às boas praticas de cobrança. Como tenho formação e experiência profissional com base em processos e procedimentos não posso deixar de recomendar que estabeleça um procedimentos para seu departamento de cobrança Isso é tão benéfico para você quanto para seu cliente, veja o exemplo:

Imagine que todo mês você envia as cobranças cinco dias antes do vencimento, um dia antes de vencer você envia um e-mail agradável com um lembrete para seu cliente, um dia após o vencimento você envia um outro e-mail agradecendo quem pagou e alertando àqueles que não te pagaram, cinco dias depois você entra em contato pessoalmente dizendo que ainda não recebeu, dez dias depois você envia um e-mail dizendo que precisa receber e que infelizmente terá que acionar os mecanismos para proteção de crédito, quinze dias depois você aciona os mecanismos de proteção ao crédito.

Seus clientes conhecerão este procedimento com o passar dos meses e se habituarão a ele. Àqueles que não pagam infelizmente precisam ser cobrados mas isso tem que ser feito com profissionalismo, bom humor e boa educação. Lembre-se que algumas empresas estão passando por dificuldades e que poderão priorizar o pagamento para os fornecedores que melhor se relacionam. Naturalmente os chatos e mal educados podem ficar para o fim da fila.

Quarta evidência: Desorganização, falta de treinamento e envolvimento das pessoas

Talvez esta seja um dos problemas mais fáceis de resolver e que gerarão maior impacto no caixa de sua empresa.

Muito dinheiro é perdido por falta de organização, falta de treinamento e falta de envolvimento de seus funcionários e o pior é que é muito difícil medir estas perdas pois elas são, em sua maioria, intangíveis.

Muitos restaurantes perdem dinheiro por não controlar corretamente a validade de alimentos. Pequenas fábricas recorrentemente deixam de entregar pedidos no prazo e com certa frequência produzem peças com defeito. Pintores trocam cores de ambientes equivocadamente, até cirurgiões já operaram o lado esquerdo enquanto o problema estava no direito. Tudo isso culmina em retrabalho, insatisfação do cliente e aumento de despesas, no final quem paga a conta não é o cliente e sim o fluxo de caixa. Mais triste é identificar que estas falhas estão associadas a falta de treinamento ou desorganização.

Hoje em dia é muito fácil manter um 5s por exemplo, ferramenta simples que ajudará na organização, limpeza e harmonia do ambiente de trabalho, além de contribuir para uma cultura alicerçada em qualidade.

Conversando com os empresários que me motivaram a escrever este post, não pude deixar de recomendar que implementassem a ISO 9001, todos eles acreditavam que ISO 9001 era algo difícil, complexo e caro mas pude mostrar que ISO 9001 é mapeamento de processo, estruturação de procedimentos e instruções de trabalho, é recursos humanos, compras, manutenção preventiva, calibração de equipamentos, em fim, é gestão de empresa que quer vencer a guerra.

Resumindo, acredito que em tempos de crise precisamos sim reduzir despesas, evitar cancelamentos e devoluções, lutar contra a inadimplência, aumentar o volume de vendas com opções mais sexys para pagamento e fazer tudo isso em um ambiente organizado com pessoas motivadas e treinadas. Não é utópico, é pré requisito para àqueles que querem vencer em tempos de crise e que certamente colherão muito mais em tempos de fartura.

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Como eliminar a desmotivação da sua equipe?

Acordar para ir ao trabalho. Uma tarefa assim tão simples pode ser um sofrimento para milhares de pessoas que seguem essa rotina de segunda a sexta. A desmotivação no ambiente de trabalho prejudica a produtividade do funcionário e traz diversos problemas para a empresa, como atrasos no cronograma, faltas constantes e até mesmo erros graves que podem comprometer a credibilidade.

Uma pesquisa divulgada em 2014 pela revista Você S/A, 72, 4% dos brasileiros estão infelizes no trabalho. Dos 3.254 trabalhadores ouvidos (entre analistas e diretores, de 20 a 49 anos), 23,1% acreditam que falta valorização de talentos. Cerca de 80% dos desmotivados afirmaram não ter vontade de ir ao trabalho.

Tome uma atitude e reverta esse quadro

É fundamental que os líderes reconheçam rapidamente os motivos dessa insatisfação por meio de pesquisas de clima organizacional para obter constantes feedback dos colaboradores. Depois dessa análise inicial, é possível combater esse mal e elaborar algumas políticas para atingir resultados eficazes. Veja a seguir algumas dicas simples que podem alterar essa situação:

  • Realize uma pesquisa de clima organizacional para mensurar em quais áreas há problemas antes de tomar qualquer decisão;
  • Elabore um plano de cargos e salários baseado em competências e regras definidas pela empresa;
  • Procure se aproximar dos funcionários. Ao chegar no trabalho, dê bom dia, visite as mesas dos colaboradores e mostre-se acessível;
  • Dê feedback sobre a qualidade do trabalho do funcionário com frequência. Com a incerteza do seu desempenho, muitos profissionais se sentem inseguros. Sabendo onde precisam melhorar, as chances de se desenvolver na empresa aumentam, pois saberão o que precisa evoluir;
  • Seja flexível. Empresas que tentam ser mais amigáveis com horários e necessidades pessoais de seus funcionários tendem a conseguir melhores índices de motivação;
  • Implemente programas de formação, treinamentos, cursos de capacitação pessoal e profissional. O colaborador precisa sentir que não “é só mais um” para a empresa;
  • Torne o ambiente de trabalho agradável. Ninguém gosta de trabalhar em um clima pesado e desanimador;
  • Seja sempre educado, até mesmo ao chamar atenção por algum erro cometido;
  • Estimule um ambiente de colaboração e não de competitividade interna. Dessa forma, os profissionais tornam-se gratos pela ajuda recebida pelos colegas e relevam com mais facilidade possíveis conflitos;
  • Reconheça o bom desempenho dos funcionários e elogie quando achar conveniente para os demais. Sentir-se valorizado faz com que ocorra adesão no emprego. Pessoas valorizadas produzem com mais qualidade e responsabilidade;
  • Escute seus funcionários! Para ter colaboradores satisfeitos é importante que eles sejam ouvidos, expressando suas necessidades e objetivos;
  • Converse de forma clara e direta. Mostre os resultados e peça opinião para melhorar a produtividade;
  • Recompense os bons funcionários, ofereça um bônus de acordo com o desempenho de cada um ou dê folgas ao atingir algum objetivo;
  • Promova a interação entre os membros da equipe. Invista em comemorações de aniversário e passeios;
  • Defina metas reais para gerar comprometimento;
  • Tire os funcionários da zona de conforto. Sempre que possível, desafio-os com novas demandas;
  • Invista em estratégias de comunicação adequadas. É a melhor maneira de evitar o famoso “telefone sem fio”, evitar dúvidas e aproximar o colaborador da missão da empresa.
  • Pouco a pouco, os líderes vão conhecendo melhor a sua equipe e sabendo como agir em cada caso. O importante é não desanimar e ter o diálogo como a principal ferramenta para afastar a desmotivação.

E você, já passou por alguma situação parecida? A informações foram úteis? Compartilhe sua história nos comentários.

Como aumentar o lucro da minha empresa ?

Existem basicamente duas formas de aumentar o lucro de uma empresa: aumentar a receita e/ou reduzir despesas.

O caminho mais rápido para aumentar a receita é investir em propaganda e em sua equipe de vendas. A internet transformou a forma que as pessoas encontram produtos e serviços, e não existe um tipo de propaganda que funciona para todos os tipos de negócio. Como as possibilidades são inúmeras e muitos não dispõe de capital para investir, eu deixarei esse assunto para um outro artigo e focarei na redução de despesas.

Para reduzir suas despesas você terá que responder uma pergunta simples: você sabe onde o seu dinheiro vai embora?

Alguns ‘vazamentos’ são óbvios: energia, papelaria, impressão etc. Mas por incrível que pareça, as oportunidades reais não estão aí (não estou dizendo que elas não são importantes, e sim que há vazamentos maiores que muitos não estão conscientes).

Você sabe quanto dinheiro você perde com…
… desorganização em compras e controle de fornecedores?
… desperdício, retrabalho e devolução de produtos?
… turnover e produtividade dos funcionários?
… falta de cumprimento de prazos?
… clima organizacional ruim?
… falhas de comunicação interna?
… falta de controle de manutenção de equipamentos?

Se você consegue imaginar seu dinheiro indo embora, mas não consegue mensurar, significa que você ainda não faz gestão por indicadores e tem mais um problema para resolver.

É por isso que investir na ISO 9001 é o melhor investimento que você pode fazer para aumentar o lucro da sua empresa.

Resumindo
Seu dinheiro está indo embora e você ainda não sabe onde, e isso é muito ruim.

A boa notícia é que a ISO 9001 nunca foi tão acessível e fácil de aplicar quanto hoje em dia e, se conduzida da forma correta, o ajudará a identificar e sanar as falhas nos seus processos que acabam com o seu lucro.

Como as PMEs podem usar a comunicação interna para atrair e reter talentos

Uma das grandes preocupações das empresas de todos os portes e em todos os segmentos é a atração de profissionais qualificados, bem como a retenção destes talentos. Quando olhamos para as pequenas e médias (PMEs), a preocupação se torna ainda maior devido aos altos custos com encargos trabalhistas no Brasil.

Ao mesmo tempo, vivemos um período de boas taxas de emprego no país e nos deparamos com a chegada de um grande número de jovens ao mercado de trabalho. O choque geracional aliado às mudanças tecnológicas mostra-se como um desafio para as empresas quando o assunto é gestão de pessoas.

A Geração Y e o propósito

Muito se tem falado dos jovens que chegaram ao mercado de trabalho nos últimos anos. Eles estão na faixa dos 20 aos 30 anos, nasceram no início dos anos 1990 e fazem parte da famosa Geração Y. Um estudo da consultoria YCoach demonstrou que as emoções têm atrapalhado estes jovens, eles se sentem pressionados a ter sucesso profissional ao mesmo tempo em que não têm muita clareza de seus objetivos.

Estes jovens analisam não apenas a remuneração na hora de buscar um trabalho. Nós sabemos, o que faz de uma empresa um bom lugar para se trabalhar não é apenas o salário pago. As pessoas precisam se sentir motivadas, engajadas com um negócio com propósito bem definido, com boa reputação e ambiente agradável.

O diálogo como elo de ligação entre a empresa e seus colaboradores

A boa notícia é que é possível fazer isso sem gastar muito dinheiro. A chave é o diálogo da empresa com seus colaboradores – comunicação de mão dupla; falar e ouvir. Foi-se o tempo em que os profissionais se contentavam em apenas ler um comunicado, sem poder expressar suas opiniões ou colaborar com as decisões.

Um bom plano de comunicação interna deve incluir táticas e ações para a retenção dos talentos. Para tal, é preciso envolver as lideranças, convencê-las de que uma gestão transparente e com abertura para o diálogo é fundamental para a satisfação das pessoas, bem como o poder do feedback para medir o clima organizacional.

Alinhamento do discurso

É muito frustrante para um colaborador quando ele fica sabendo sobre as conquistas ou decisões da empresa por meio de boatos. Também é pouco envolvente trabalhar em uma empresa onde os objetivos não estão claros, onde cada equipe, cada líder, cada colaborador tem um discurso, uma visão corporativa.

A comunicação interna quando trabalhada de maneira eficiente ajuda na unificação do discurso, fazendo com que todos falem a mesma língua; saibam para onde estão caminhando.

E o alinhamento do discurso faz com que os próprios colaboradores disseminem a imagem de empregadora da empresa para seus amigos e conhecidos, gerando indicações para preenchimento de vagas.

Dicas para envolver os colaboradores e atrair novos talentos por meio da comunicação interna:

  • promova uma apresentação de boas-vindas aos novos colaboradores, apresentando missão, visão e valores;
  • faça com que todos conheçam o organograma da empresa;
  • estabeleça a cultura do diálogo;
  • tenha uma gestão transparente e de valorização da opinião das pessoas de todos os níveis hierárquicos;
  • ofereça meios de comunicação (intranet, murais de recados, comunicados por e-mail, publicações internas);
  • promova eventos para disseminação de objetivos e comemoração de resultados;
  • convença as lideranças da importância da comunicação interna.

Sua empresa tem uma boa comunicação interna? Ela gera resultados em relação à atração e retenção de talentos? Deixe seu comentário!

6 dicas para formar equipes de alto desempenho

Existem equipes competentes, que fazem entregas dentro do esperado, e existem equipes de alto desempenho. Estas últimas surpreendem, pois atuam com paixão, vão além do que se espera delas. Uma equipe de alto desempenho é o sonho de todo gestor. Mas, como formar equipes de alto desempenho?

A seguir, veja 6 dicas para formar equipes fora do padrão, de alto desempenho:

1 – Escolha as melhores pessoas

Os melhores membros da sua equipe não são aqueles que detém conhecimento técnico. Os melhores profissionais são aqueles que se envolvem com o propósito e gostam de desafios.

Você precisa equilibrar a contratação de profissionais experientes e com conhecimento técnico, com pessoas que estão muito interessadas em aprender e realizar coisas grandes. A mescla de especialistas com profissionais mais juniors pode ser uma boa escolha.

2 – Desperte a paixão

Uma equipe de alto desempenho só existe quando os membros são apaixonados pelo que fazem. Como conseguir isso? Há algumas atitudes de liderança que podem ajudar:

  • mostre o objetivo e engaje o grupo, faça-o acreditar no propósito e lutar para alcançá-lo;
  • estabeleça metas que as pessoas acreditem ser grandiosas, atingíveis e desafiadoras;
  • estabeleça estratégias para todas as missões e mostre-as para todos os membros. Lembre-se: missões sem estratégias são apenas aventuras, não têm alma!

3 – Estabeleça condições de autonomia e responsabilidade

A criação de equipes de alta performance deve estar sempre alinhada à gestão estratégica da empresa. Em outras palavras: a empresa deve estar preparada para fornecer autonomia e responsabilidade aos membros das equipes.

Crie mecanismos e tenha atitudes que demonstrem aos membros da sua equipe que as ideias e a colaboração são fundamentais. Como líder, não reprima as falhas, fale em lições aprendidas, evite que os profissionais tenham medo de se arriscar.

4 – Seja um líder inspirador

Liderança é inspiração, é exemplo, é facilitação. Para ser um líder inspirador é preciso fazer o seu melhor e conseguir que as pessoas deem o seu melhor. Saber ouvir, aceitar sugestões, delegar com simpatia e real interesse no envolvimento também são atributos dos líderes inspiradores.

Um líder inspirador consegue manter sua equipe em constante motivação sem sobrecarregar, sem fazer cobranças desnecessárias, dando autonomia e confiando na maneira das pessoas realizarem suas atividades. A palavre é inteligência emocional!

5 – Invista em comunicação interna

Todos precisam saber para onde vão, como podem chegar lá e estar em constante ciência de qual altura do caminho estão percorrendo. Então, a comunicação interna é fundamental.

Estabeleça uma comunicação periódica pessoal, por meio de reuniões presenciais ou à distância – utilize a tecnologia a seu favor (WhatsApp, Hangout, conference calls etc) – e mantenha meios como a intranet, murais de recados, SMS e etc.

6 – Construa uma identidade de equipe

Pense nos esportes. Os times de futebol têm um nome, uma identidade visual, um mascote. Simbolicamente ou literalmente, é possível criar esta identidade na sua equipe. Isso a tornará mais forte e motivada. Tem a ver com a forma como você lidera, com a liberdade que você dá para que todos os membros apresentem ideias e tomem atitudes para alcançar os objetivos, mas também tem a ver com os rituais do dia a dia.

De acordo com o seu ramo de atuação e o perfil dos profissionais que atuam na sua equipe, estabeleça costumes como reuniões fora do horário de trabalho, comemorações de aniversários e de cumprimentos de metas etc. Torne estes costumes rotineiros, estabelecendo a cumplicidade entre as pessoas.

Conclusão

O desenvolvimento de uma equipe de alto desempenho é, em grande parte, responsabilidade dos líderes. Não é algo que emerge do dia para a noite, porém com algumas atitudes de liderança, com as escolhas certas e com estímulos é perfeitamente viável.

Sua equipe apresenta alto desempenho? Você tem mais alguma dúvida ou gostaria de deixar mais alguma dica? Deixe-nos seu comentário!

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